D. Duarte de Bragança visita a escola EB2 Dr. Manuel de Oliveira Perpétua, em Porto de Mós, a 17 de Maio de 2008

31-08-2010 00:29

SAR D. Duarte visita escola,EB2 Dr. Manuel de Oliveira Perpétua, em Porto de Mós

 

 

2008/5/17 



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«A melhor recompensa para qualquer iniciativa é o prazer que registamos nos olhos e no rosto de quem nos visita . Porque não tenho autorização para colocar aqui qualquer imagem das crianças elas não aparecem , mas a alegria era recíproca. Dá para adivinhar, não dá?
Este sorriso valeu o esforço ! Foi a melhor recompensa !»
Ana Narciso

fonte:
http://vilaforte.blog.com/3118702/


(17 de Maio de 2008)


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Escola recebe D. Duarte em festa

Foi em clima de euforia que dezenas de alunos da EB2 Dr. Manuel de Oliveira Perpétua, em Porto de Mós, receberam no passado dia 9 de Maio D. Duarte Pio de Bragança.
A deslocação à escola surgiu depois de um convite formulado pelos alunos da turma do 5º D, numa carta escrita em plena aula de substituição da disciplina de História. E foi uma lição de História que o pretendente do trono deixou aos alunos de Porto de Mós, que o receberam como se de uma estrela se tratasse, com pedidos de fotografias e autógrafos. D. Duarte aflorou as vantagens da monarquia, garantindo que as despesas com a Presidência da República Portuguesa apenas são suplantadas por uma monarquia europeia: a existente no Reino Unido.
O pretendente do trono deixou ainda a convicção de que caso o Regicídio de 1 de Fevereiro de 1908, em Lisboa, que vitimou o rei D. Carlos, não tivesse ocorrido, provavelmente o país contaria com um nível mais elevado de desenvolvimento. É que dessa forma se evitariam os períodos conturbados vividos durante a república.

Fonte: Região de Leiria -
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«A recepção foi digna, se não de um rei, pelo menos de um duque muito especial.
Duarte Pio de Bragança, Chefe da Casa Real Portuguesa foi recebido de forma apoteótica pelos alunos da Escola EB2 Dr. Manuel de Oliveira Perpétua durante uma visita que efectuou àquele estabelecimento de ensino na passada sexta-feira.
O Duque de Bragança tinha à sua espera dezenas de crianças de bandeirinha da Monarquia numa mão, e telemóvel (com câmara) ou máquina fotográfica noutra, que o aplaudiram e rodearam em alegre algazarra. Além das crianças, aguardavam-no também elementos do conselho executivo, vários professores e funcionários.
Apesar das actividades lectivas terem prosseguido normalmente, a visita daquele que muitos consideram como o herdeiro da Coroa Portuguesa não deixou ninguém indiferente. Dom Duarte começou por apreciar uma pequena exposição de trabalhos elaborados pelos alunos e depois já no anfiteatro da escola ofereceu às crianças um pequeno livro sobre, D. Carlos I, o penúltimo Rei de Portugal, assassinado em 1908. A meio da conversa, foi obrigado a sair por breves minutos porque alunos de outras turmas insistiam em o ver e cumprimentar…
Durante a sua intervenção, Dom Duarte criticou o facto dos portugueses “nunca terem sido consultados sobre se preferiam viver numa monarquia constitucional ou numa república”, frisando que o “poder [monárquico] foi retirado pela força” na sequência do assassinato do Rei D. Carlos I.
Duarte Pio de Bragança referiu que “em 1900, Portugal era um dos países mais evoluídos da Europa mas depois de dois períodos de ditadura e de um período de 34 anos em Democracia, é hoje um dos mais atrasados no contexto europeu”. Situação que, no seu entender poderia ser bem diferente se tivesse continuado a Monarquia. “À excepção da inglesa, todas as monarquias europeias gastam muito menos dinheiro que a presidência da República Portuguesa”, garantiu.
Questionado sobre o que pensa sobre a Democracia, Duarte Pio frisou que a maior parte das pessoas ainda não percebeu o que é e para que serve uma democracia, e qual a forma de participar nela. “Metade dos portugueses não votam nas eleições e muitos fazem-no como se estivessem a eleger a direcção do seu clube preferido, sem ter em conta as propostas e a postura de cada um dos partidos ou candidatos perante os problemas da actualidade”. Na sua opinião, é necessário educar o espírito democrático da juventude para que esta saiba usufruir verdadeiramente da Democracia e construa um país melhor.
Em relação aos bens da Casa de Bragança de que o Estado Português se “apropriou” aquando da morte do último Rei de Portugal, D. Manuel II, o Duque de Bragança garante que não é sua intenção reclamá-los, afirmando que “um dia talvez apareça um governo suficientemente sério e consciente que corrija essa injustiça”.
Concluído o encontro, os alunos fizeram questão de conduzir o ilustre convidado pelos principais espaços da escola e, apesar dos pingos de chuva que caiam, foi com orgulho que insistiram para que fosse apreciar a sua “mata”, espaço verde junto ao estabelecimento de ensino, que ainda há bem pouco tempo foi alvo de profunda limpeza levada a cabo por todos.
Do início ao fim da visita estiveram imparáveis os telemóveis e as máquinas fotográficas, com os miúdos a levarem para casa, dezenas de fotos e vídeos de Dom Duarte.
A empatia entre convidado e anfitriões foi, de resto, imediata, com o representante da Casa Real a dar mostras de simplicidade e simpatia, fazendo questão de cumprimentar todas as pessoas que se acercavam dele ou que encontrava no seu caminho.»

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